Bem-Vindos

"BEM-VINDOS"

A hierarquia católica:















O papa/sumo pontífice

Posto máximo e individual da Igreja Católica.
Sua Santidade o Papa Bento XVI (Joseph Ratzinger), nasceu em 16 de Abril de 1927.


O cardeal

Depois do papa, é o mais alto dignatário da Igreja Católica Romana. Escolhido pelo pontífice, compõe o “colégio episcopal”, que é responsável por sua eleição
D. José da Cruz Policarpo, cardeal de Lisboa, nasceu a 26 de Fevereiro de 1936.


O bispo
Eclesiástico que tem a plenitude do sacerdócio, com poderes de conferir os sacramentos da confirmação e das ordens, podendo, ainda, sagrar outros bispos – com a devida autorização de Roma.
Manuel da Rocha Felício, (bispo da Guarda) nasceu a 06-11-1947 Mamouros em Castro Daire, Viseu


O padre
É a ordenação imediatamente posterior ao diaconato.
Agostinho Saldanha Oliveira, Pároco de Tortosendo, nasceu a 20-02-1944

Ser catequista


Apolo tinha sido instruído no caminho do Senhor e, com o espírito cheio de fervor, falava e ensinava com exactidão o que dizia respeito a Jesus (Act.18,25).

Oração do Catequista

Senhor,
chamaste-me a ser Catequista
na Tua Igreja
e na minha Paróquia.
Confiaste-me a missão
de anunciar a Tua Palavra,
de denunciar o pecado,
de testemunhar, com a minha vida,
os valores do Evangelho.
É pesada, Senhor,
a minha responsabilidade,
mas confio na Tua graça.
Faz-me Teu instrumento
para que venha o Teu Reino,
Reino de amor e de Paz,
de Fraternidade e Justiça.
Ámen.

A Bíblia “O Livro mais lido”



A Bíblia é um livro de fé.
Jesus disse "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão".

Se alguém desejar comprar uma Bíblia informamos que o Secretariado da catequese tem alguns exemplares que pode dispensar.

Os trabalhos dos nossos catequizandos



Este espaço destina-se aos trabalhos elaborados pelos catequizandos da nossa Paróquia.

Lista dos Catequistas e respectivos Volumes


Adélia Craveiro Mineiro - 6ºVolume
Albertina - 4ºVolume
Carla Fonseca - 8ºVolume
Catarina Brito - 1ºVolume
Catarina Ferreira - 8ºVolume
Edna Gregório - 10º Volume
Florinda Santos - 4º Volume
Isabel Miguel - 1ºVolume
Lurdes Martins - 2º Volume
Maria de Fátima Duarte - 9ºVolume
Maria de Jesus Brito - 6ºVolume
Maria Ercínia Pereira - 3ºVolume
Maria Gabriela M. Gomes - 5ºVolume
Maria José Santos - 3ºVolume
Maria Manuela Raposo - 2ºVolume
Maria Mineiro - 1ºVolume
Maria Silva Dinis - 3ºVolume
Maria Susel Pais - 4ºVolume
Mário Nuno - 5ºVolume
Marisa Sofia Dinis de Almeida - 5ºVolume
Marta Oliveira - 3ºVolume
Paulo Prazeres Pombo - 7ºVolume
Paulo Madeira - 10ºVolume
Prazeres Baptista - 2ºVolume
Rosa Maria Pinto Mineiro - 4ºVolume
Teresa Valente Pinto - 2ºVolume
Teresa Micaela - 6ºVolume

Esquema do Ano Litúrgico










Ciclo do Natal (1º Ciclo) Advento
Inicio: 4 Domingos antes do Natal;Término: Dia 24 de Dezembro
Outras Festas: Imaculada Conceição: 8 de Dezembro
Natal: Inicio: 25 de Dezembro; Término: 2 semanas depois
Outras Festas: Festa da Sagrada Família: Domingo dentro da oitava do Natal
Tempo Comum (1ª Parte)
Inicio: Segunda-feira após o Baptismo do Senhor
Término: Terça-feira antes de Quarta-feira de Cinzas
Ciclo da Páscoa (2º Ciclo): Quaresma
Inicio: Quarta-feira de Cinzas; Término: Véspera do Domingo de Ramos
Semana Santa - Domingo de Ramos: Entrada de Jesus em Jerusalém
Quinta-feira Santa: Ceia do Senhor
Sexta-feira Santa: Paixão e Morte de Cristo
Sábado Santo: Vigília Pascal
Páscoa: Inicio: Semana Santa; Término: 50 dias depois da ressurreição
Outras Festas: Ascensão: 7° Domingo da Páscoa
Outras Festas: Pentecostes: 50 dias depois da ressurreição
Santíssima Trindade: Domingo depois do Pentecostes
Corpo de Deus: Quinta-feira após a Santíssima Trindade
Tempo Comum (2a Parte)- Inicio: Segunda-feira após o Pentecostes
Término: Véspera do 1° Domingo do Advento
Outras Festas: Assunção de Nossa Senhora: 15 de Agosto
Todos os Santos: 1 de Novembro
Cristo Rei: Ultimo Domingo do Tempo Comum

Ano Paulino


Carta de Paulo

Eu, Paulo, nasci em Tarso na Cecília no ano 8, cerca de dez anos depois do nascimento de Jesus. Nessa época, Tarso era uma cidade grega que fazia parte do Império Romano. A minha família era judia e o meu pai era comerciante, ele tinha comprado o direito de ser cidadão romano porque o pôde fazer e havia vantagens nisso para a nossa família. Chamam-me Paulo quando estou com os gregos e Saulo quando estou com os judeus. O meu pai fabricava tendas.
Eu sabia falar aramaico, a língua dos judeus nessa época, e o grego.
Quando eu tinha treze anos os meus pais deixaram-me partir para Jerusalém para ser educado por Gamaliel segundo as mais rígidas normas do judaísmo, adquiri um grande zelo pela Lei de Moisés.
Depois de eu me ter formado vi no movimento que se inspirava em Jesus de Nazaré um risco, uma ameaça para a identidade judaica, e para a religião dos meus pais.
Eu não tinha mais nada a fazer do que ir contra este movimento. Utilizei toda a minha energia para que este movimento desaparecesse.
Quando eu ia determinado com alguns companheiros a caminho de Damasco para prender os cristãos, envolveu- me uma luz e eu ouvi uma voz

“Saulo,Saulo, porque me persegues”?
“Eu respondi: Quem és tu Senhor?
«Eu sou Jesus a quem tu persegues. Levanta-te e entra na cidade e alguém te dirá o que deves fazer.»
Era por volta do meio-dia, caí no chão como se as pernas me tivessem faltado e perdi a vista. Eu não via mais nada,
Pedi que me levassem a Damasco, fechei-me num lugar sozinho… E aquela voz «Eu Sou Jesus a quem tu persegues…» Revirava toda a minha vida.

Três dias mais tarde, Ananias, veio ter comigo, pôs as mãos sobre os meus ombros e disse-me: «Saulo, foi Jesus que te apareceu no caminho de Damasco. Agora recebe o Espírito Santo para que recuperes a vista.» Eu recuperei a vista, pedi para ser baptizado e retomei as forças. Foi assim que começou a grande aventura da minha vida com Jesus. Eu tinha de O anunciar até aos confins da terra!...

Momentos de reflexão




Quem ama a verdade, procura formar a consciência: conhecer os princípios morais, pedir conselho a pessoas rectas e com experiência; não considerar humilhante que nos corrijam. De facto, os outros observam-nos de fora e com mais objectividade do que nós mesmos. Também é preciso tirar experiência dos próprios actos, examinar-nos com frequência (diariamente) e corrigir os erros. É preciso ser humildes para reconhecer os erros e rectificar, mas isso dar- nos- á uma grande sabedoria, e capacidade de ajudar os outros também.
(Juan Luis Lorda)


Pensar é fácil. Actuar é difícil. Actuar de acordo com o que se pensa é o mais difícil de tudo.
(Autor desconhecido)


A felicidade não está no fim da jornada, mas sim em cada curva do caminho que percorremos para a encontrar.
(Autor desconhecido)


A estrada da tua felicidade não parte das pessoas e das coisas para chegar a ti; parte sempre de ti em direcção aos outros.
(Michel Quoist)


Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.
(Madre Teresa de Calcuta)


Na realidade, todas as coisas, todos os acontecimentos, para quem os sabe ler com profundidade, encerram uma mensagem que, em definitivo, remete para Deus.
(João Paulo II)

Francisco de Assis, um exemplo a seguir...


“Um dia, Francisco de Assis, ao sair do convento, encontrou um frade simples e bom.
Disse-lhe:
—Frei Junípero, vem comigo,vem pregar.
Respondeu:
—Sabe que sou um ignorante. Como poderei falar?
Mas Francisco tanto insistiu que o fradinho obedeceu.
Percorreram as ruas da cidade rezando em silêncio por todos os que trabalhavam nas oficinas e nos campos. Sorriram às crianças que brincavam nas ruas. Conversaram com os idosos sós. Visitaram os doentes. Ajudaram quem precisava.
Depois de terem percorrido toda a cidade, Francisco de Assis disse:
—Frei Junípero, são horas de regressar ao convento.
Este perguntou:
—E a nossa pregação?
O santo, sorrindo, respondeu:
— Já a fizemos... já a fizemos...
Aqui está um exemplo de como os cristãos em geral anunciam o
Evangelho de Jesus Cristo. Não é com sermões ou discursos, mas com o seu jeito de viver e de conviver com os outros. As pessoas dirão: «Olhai como são gente simpática e feliz!» E perguntarão:
«Por que é que são assim? Quem lhes dá luz e força para amar assim?»
Até o Frei Junípero, ignorante, fez um lindo sermão aos habitantes de Assis. “