Bem-Vindos

"BEM-VINDOS"

Boas Festas


Horário das Missas de Natal 2012

Horário das Missas de Natal do Senhor em diversas comunidades da nossa Unidade Pastoral:

24/12: Igreja Matriz do Tortosendo: 23h30
            Capela do Cabeço: 24h00
            Capela do Casal da Serra: 22h30

            Igreja Matriz das Cortes do Meio: 23h30
            Igreja Matriz de Unhais da Serra: 23h00


25/12: Capela do Rosário: 10h00
            Igreja Matriz do Tortosendo: 11h30

            Capela da Bouça: 09h30
            Igreja Matriz das Cortes do Meio: 11h00
            Igreja Matriz de Unhais da Serra: 11h30



A EQUIPA SACERDOTAL DESEJA A TODOS UM FELIZ NATAL
E ABENÇOADO ANO NOVO 2013

CRISMA

Hoje, sábado, o primeiro dia do mês de dezembro, a comunidade paroquial do Tortosendo, particularmente a catequese, está em festa. Às 17h00 o nosso Bispo, D. Manuel Felício vai presidir a Eucaristia do Crisma na Igreja Matriz.
Que o Espírito Santo, com os seus sete dons, anime-nos a todos, especialmente os nossos jovens que vão ser crismados, para que, crescendo cada vez mais na fé, possam ser testemunhas, celebrando e vedendo a sua fé com coragem como cristãos  maduros. Que a Palavra de Deus seja o nosso guia.      
 





Fórum Juvenil - Guarda

São convidados também os grupos do 9º e 10º anos de catequese
 

CRISMA 2012

Informamos que a celebração do Sacramento de Crisma será no dia 01 de dezembro, sábado, às 17h00 na Igreja Matriz do Tortosendo.

Secretariado

Jornada Diocesana do Catequista

O Departamento da Infância e Adolescência do Secretariado Diocesano da Educação Cristã da nossa diocese da Guarda vai organizar, no próximo dia 27 de Outubro, a Jornada Diocesana do Catequista. O evento terá lugar no Seminário Maior da Guarda e tendo em particular atenção à nova forma de viver a catequese, a Catequese Familiar. Este tema vai ser abordado pelo Pe. Vasco Gonçalves, o principal dinamizador da Catequese Familiar em Portugal, da diocese de Viana do Castelo.  Vai ser, igualmente, apresentado o 6º Catecismo.
 
Programa:
 
9h30 - Acolhimento
9h45 - Oração da manhã
10h00 - Tema: A catequese familiar: forma e desafios
11h00 - Intervalo
11h30 - Continuação do Tema
12h30 - Diálogo com o conferente
13h00 - Almoço
14h30 - Apresentação do 6º Catecismo
16h15 - Eucaristia e envio
 
Inscrição até ao dia 24 de Outubro ao Seminário Maior da Guarda: 271205200 ou junto do departamento: 967943028 (Ir. Joaquina)

Nota Pastoral do Bispo da Guarda sobre o Ano da Fé

 
 
Nota Pastoral sobre o Ano da Fé
 
Cultivar e viver a Fé  num mundo  seduzido pela secularidade

 
 
1. O que pretende o Ano da Fé
 
O Santo Padre Bento XVI convida-nos a viver o Ano da Fé desde este mês de Outubro até Novembro de 2013. É um convite sem trazer anexo qualquer programa especial, mas tão só para todos fazermos esforço no sentido de renovar e revitalizar a nossa fé em Jesus Cristo. Oportunidade deste convite é a celebração do cinquentenário do início do Concílio Vaticano II que, longe de ter perdido atualidade,  quando  lido e bem entendido, ou seja  sendo nós guiados por uma justa   hermenêutica, nas palavras do Papa, constitui, de facto, preciosa ajuda para a renovação da vida interna da Igreja, mas também para a  fecundidade  do seu diálogo e cooperação com o mundo (ver nº 5 da carta Porta Fidei). Por sua vez, querendo nós relembrar os conteúdos da nossa Fé e compreender mais profundamente o seu significado, sobretudo no resumo que dele nos faz o credo ou símbolo dos Apóstolos,  uma boa  ajuda no Catecismo da Igreja Católica, ele também fruto do dinamismo do Concílio e publicado pelo Papa João Paulo II em 1992,  passados trinta anos após o início do mesmo Concílio.
 
2.O decisivo da Fé – encontro com Cristo vivo
 
Lembra-nos o Papa Bento XVI, na sua Carta Apostólica Porta Fidei, com a qual convoca este Ano de Fé, publicada há um ano atrás, que com a nossa Fé como que se abre à nossa frente uma porta e, a seguir, se nos mostra um horizonte maravilhoso, em que toda a realidade vista e  experimentada ganha novo valor , novo sentido, nova beleza a partir da meta do Reino de Deus e da vida nova inaugurada pela Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Essa porta introduz-nos também numa longa caminhada – a caminhada da Fé, que nos vai ocupar ao longo de toda a nossa existência na terra, desde o Baptismo até à passagem através da morte para a vida eterna.
 
Nessa caminhada, mais ou menos longa, conforme os dias que nos for dado viver, há um objetivo prioritário, e, de alguma maneira, único, que  pretendemos atingir: é o encontro com Cristo  vivo e ressuscitado. Algumas vezes a própria história da transmissão e do ensino de Fé tem esquecido este ponto que lhe é essencial. Transmitem-se muitas histórias, muitos conhecimentos e muitas verdades sobre a Igreja, sobre o mundo, sobre a vida do próprio ser humano, incluindo a moral que o há-de regular, mas esquece-se, com alguma frequência, que tudo isso só tem valor na medida da sua relação com a Pessoa de Jesus Cristo Ressuscitado e presente na Sua Igreja para serviço das pessoas e da  sociedade. Temos de procurar, ao longo do Ano da Fé, retomar  e refrescar esta verdade fundamental do encontro com Cristo Ressuscitado e Vivo.
 
O próprio Catecismo da Igreja Católica procura,  na sua organização e métodos, colocar a relação com Cristo  vivo no centro dos conteúdos da Fé e,  a partir dela, apresentar a Fé celebrada, mas também a Fé professada, segundo o seu resumo no credo, a Fé rezada no Pai nosso e nas outras formas de oração e depois a Fé vivida, como expressão moral do dinamismo de Cristo Ressuscitado (ver Porta Fidei, n. 9). É esta experiência feliz do encontro com Cristo ressuscitado e vivo, que somos convidados a refazer e aprofundar, como cristãos baptizados e empenhados na vivência da Fé, ao longo deste ano.
 
3.Transmitir a Fé num mundo secularizado
 
Este Ano da Fé pede-nos também que procuremos formas de transmitir a outros, porventura baptizados mas mais ou menos esquecidos deste bem fundamental, de novo, a inquietação do encontro com Deus revelado na pessoa do Seu Filho único Nosso Senhor Jesus Cristo, ressuscitado e vivo no meio de nós.  De facto, nós sentimos que vivemos numa sociedade marcadamente voltada para  a resolução dos problemas imediatos, onde  às pessoas falta tempo e disponibilidade de energias para se fixarem nas dimensões mais importantes da vida; uma sociedade onde se  prometeu o Céu na terra e só a partir dos seus recursos materiais. O certo é que este Céu prometido nunca veio nem nunca virá, porque dele se retira o que é essencial à realização do ser humano – a sua relação com Deus e nele a gratuidade das relações humanas. Quando tudo na vida se subordina à satisfação de necessidades materiais e imediatas, onde as relações humanas, a começar pelas relações familiares, são prejudicadas por modelos de vida baseados  só na procura do bem estar material do  individuo e na competição desenfreada que daqui resulta, necessariamente faltam  o tempo e as energias para o que é mais importante na vida das  pessoas e consequentemente geram-se situações onde cresce a sua insatisfação  e a falta de esperança, até atingir  limites de angústia que não são de estranhar. Perante esta generalizada situação muito característica da cultura actual, que, todavia, não consegue desfazer a sede de Deus, entendemos a recomendação que nos faz o Santo Padre na sua carta apostólica, ao dizer: “A Igreja no seu conjunto, e os pastores nela, como Cristo, devem pôr-se a caminho para conduzirem os homens, fora do deserto, para lugares da vida, da amizade  com o Filho de Deus, para Aquele que dá a Vida, a Vida em  plenitude”. É este saborear da vida em plenitude, da vida que não se esgota no consumo de bens materiais e tudo o que deles se espera, como são o poder e o prazer, que de facto está a fazer falta às pessoas. E esse é o grande dom inerente à Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo.
 
4. A coragem da Fé numa cultura sem Deus.
 
Acontece que o mundo de hoje marcado por forte tendência para a secularidade, pretende  esquecer esta fundamental dimensão da existência humana. Através de processos variados, os modelos de vida hoje na moda  pretendem prescindir de Deus e do valor fundamental da Fé. E de tal maneira estão a impor-se às sociedades, sobretudo as de tipo europeu ocidental, como a nossa, que o Santo Padre sente necessidade de nos pôr de  sobreaviso quanto a considerarmos a Fé como  um pressuposto, passando a preocupar-nos só com as suas consequências. De facto, avisa-nos ele, “esse pressuposto não só deixou de existir como frequentemente  acaba por ser negado” (ver Porta Fidei, nº 2). É também isto mesmo que a observação atenta  de muitos  dos nossos ambientes acaba por nos confirmar. Deus e a Fé, para crescente número de pessoas e várias compreensões do mundo, são realidades irrelevantes e, portanto, dispensáveis, chegando mesmo, algumas vezes, a serem consideradas um obstáculo para a completa autonomia da pessoa humana e para o desenvolvimento enquanto tal.
 
Esta atitude de recusa de Deus e da Fé que alguns tomam e em número crescente – em Portugal,  segundo dados de inquérito sociológico recente, esse número atinge os 4,5% da população – não consegue, todavia,  abafar a sede e a fome de Deus, que continuam a marcar a realidade do homem contemporâneo.  E, por isso, havemos de estar preparados e, quanto possível, criar as condições necessárias para que também os homens e mulheres de hoje possam, como a Samaritana, abeirar-se do poço de Jacob e encontrarem em Cristo aquela água viva que eles, na realidade procuram e lhes pode matar a sede de uma vez para sempre. (Ver Porta Fidei, nº 3) O nosso contributo de cristãos baptizados e discípulos de Cristo para isso poder acontecer está principalmente em fortalecermos a nossa Fé pessoal e comunitária, alimentando-nos da Palavra de Deus e da Eucaristia. Viver com  entusiasmo a relação com Deus, em Cristo, é a melhor maneira de abrirmos caminho para que outros descubram também a riqueza decisiva da Fé para as suas vidas. Queremos, também para isso,  redescobrir, ao longo deste  ano,  a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a nossa Fé.
 
5. Recomendações
 
O Santo Padre para este Ano da Fé pede-nos a todos  nós, membros da Igreja, a começar pelos Bispos e outros pastores, principalmente o seguinte: que intensifiquemos a reflexão sobre a nossa Fé, concretamente sobre cada um dos artigos do símbolo dos Apóstolos; que ajudemos todos os fiéis a tornarem mais consciente e a revigorarem a sua adesão ao Evangelho, em hora de tão profundas mudanças sociais como aquela que actualmente estamos a viver; que escolhamos momentos fortes para professarmos conjuntamente a nossa Fé, seja nas catedrais e nas igrejas, seja nas casas e nas famílias.
 
Ora, sabemos que a Fé Cristã não é fruto somente do exercício da inteligência e da faculdade da razão, como também não resulta espontaneamente do simples exercício da ciência e da técnica.
A  Fé consiste essencialmente no dom que Deus faz de si mesmo às nossas pessoas, no quadro da vida em Igreja. Ao dar-se a Si mesmo,  o próprio Deus também nos comunica, com garantias da sua própria autoridade, um conjunto de verdades que são importantes para a compreensão da nossa vida pessoal e da vida do mundo. Mesmo antes de acolherem este dom de Deus nas suas próprias vidas, há muitas pessoas que, dizendo-se embora sem Fé, vivem em busca sincera do sentido último e da  verdade definitiva acerca da sua existência e do mundo. Podemos considerar esta procura um verdadeiro preâmbulo da Fé.
 
É nossa obrigação estarmos atentos a todos os sinais  da  Fé e da procura de Deus que possamos descobrir na vida das pessoas para as ajudarmos, quanto possível, a seguir o caminho que as poderá levar a saborear o autêntico encontro salvador com o Senhor das nossas vidas.
 
É  de grande significado que o Santo Padre tenha escolhido a celebração do cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II para convocar o Ano da Fé. Com isso ele quer dizer-nos que  o Concilio não só não perdeu atualidade, mas sobretudo que nós precisamos de repensar as formas de viver  a  Fé, tanto a nível pessoal como das nossas comunidades, para as  pôr  de acordo com o mesmo Concílio.
 
E nós desejamos acolher este apelo do Santo Padre, na vida da nossa Diocese, e fazemo-lo, antes de mais, continuando o empenho de promover nos fiéis e nas comunidades o verdadeiro encontro com a Palavra de Deus para fortalecermos e purificarmos a nossa Fé.
 
Desejamos também iniciar, neste ano, um esforço especial para a receção  do Concílio Vaticano II na nossa vida pessoal e na vida das nossas comunidades. Este esforço  queremos prolongá-lo para além  do Ano da Fé, promovendo o máximo envolvimento das comunidades cristãs, a começar pelos seus párocos e demais cooperadores pastorais, no processo de melhorar a nossa vivência da Fé e virmos a  definir orientações próprias  para as nossas comunidades nos próximos tempos, segundo as diretrizes do Concílio.
 
Que Nosso Senhor Jesus Cristo e Sua Mãe Maria Santíssima estejam connosco  nesta caminhada de renovação da Fé. Com a sua ajuda, vamos procurar responder, da melhor maneira, ao apelo do Santo Padre para aprofundarmos e revigorarmos a nossa fé pessoal, para promovermos em outros o entusiasmo pela Pessoa de Jesus e o Seu Evangelho, para professarmos, com novo vigor, a nossa Fé e a testemunharmos no meio do mundo.
 
Guarda, 21 de Setembro de 2012
 
+ Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda

 

Animados pela Fé

Reunião Geral de Catequistas, Casa Paroquial - Tortosendo, 04.10.2012

Os catequistas responsáveis pelas fases:
1ª fase: 1º ao 4º anos: Carla Meireles
2ª fase: 5º e 6º anos: Maria José
3ª fase: 7º ao 10º anos: Ezequiel

Abertura da Catequese 2012/2013: Sábado, às 18h00 na Igreja Matriz com a celebração da Eucaristia.

Próxima reunião geral de catequistas ficou marcada para o dia 08.11.2012, às 21h00, no Centro Paroquial.


Que ferramenta Deus te deu?

Moisés apenas tinha uma vara e nada mais, contudo, com a vara e acreditando em Deus, abriu o mar vermelho.
David só tinha uma funda e 5 pedrinhas que encontrou no chão, no entanto, uma pedra lançada de uma funda com o poder de Deus, derrubou gigantes.
Tanto o mar vermelho, quanto o gigante, são figuras dos problemas que encontramos nas nossas vidas, mas se soubermos a quem servimos e em quem cremos, podemos usar as ferramentas que Deus nos deu, porque não há mar que não se abra, nem gigante que não caia por terra diante do Seu poder.
Se a dúvida se apoderar do nosso coração e o medo vier de assalto, temos de nos lembrar que o poder não está em nós, muito menos na ferramenta, mas Naquele que nos criou e tem todo o poder.
Não tenhamos vergonha da ferramenta que Deus nos deu. Porque o poder não está na ferramenta, muito menos em quem a maneja, mas em Deus que a criou. (Pe. André abatini)

PRECISAM-SE CATEQUSITAS

imagem: net


Um padre conversando com uma das suas fiéis dizia: “Estamos a precisar de catequistas na nossa comunidade! Queres ser catequista?”
Ela responde: “Oh padre, não posso estou muito ocupada não tenho tempo, aliás já estou atrasada. Até outro dia.”
Chega um pai da mesma comunidade e diz: “Bom dia padre. Quero inscrever o meu filho na catequese, quando começam as matrículas?”
O Padre, triste, responde: “Infelizmente, meu filho, este ano não teremos catequese na nossa paróquia. Não encontro ninguém que queira ser catequista.”
O Pai fica indignado e diz: “Mas isso é um absurdo padre! A nossa comunidade não vai ter catequese para as crianças?! O que o senhor padre pretende fazer?”
“Vou continuar a procurar, aliás queres ser catequista do teu filho?”
“Ai padre, não dá. Eu sou um homem muito ocupado não tenho tempo, mas espero que o senhor encontre pessoas que aceitem ser catequistas.”
Passa um e passa outro pela igreja e ninguém aceita.
O padre olha triste para a cruz e diz: “Senhor Jesus, assim como Tu encontras-te discípulos no meio do povo, ajuda-me a encontrar catequistas para esta comunidade.”
Entretanto chega mais uma mãe e o padre diz: “Maria, há quanto tempo não te vejo!”
“Senhor  padre, ando muito ocupada, trabalho, estudo e sou mãe.”
O padre mais uma vez diz: “Quero fazer-te um convite, aliás não sou eu mas Jesus. A nossa comunidade está a precisar de catequistas. Aceitas o desafio?”
Maria pensa um pouco e responde com um sorriso: “Quero sim padre. E conheço mais algumas pessoas que também estão dispostas a sê-lo.”
O padre muito feliz responde: Então, traz essas pessoas para que possamos apresentá-las a comunidade.”
Essas pessoas são os nossos catequistas. São Homens e Mulheres que, apesar de terem uma vida atarefada, cheia de responsabilidade encontram tempo para catequizar os vossos filhos. Para que um dia eles também possam ser evangelizadores.

Obrigado catequistas.                                            (Autor desconhecido – com adaptações)
*****
 
Estamos a precisar de catequistas na Paróquia do Tortosendo. Se aparecer alguém, o Secretariado verá o perfil.

MATRÍCULAS DE CATEQUESE

 
 
MATRÍCULAS DE CATEQUESE 2012-2013
 

DATA: 27 a 29 DE SETEMBRO
LOCAL: CENTRO PAROQUIAL TORTOSENDO
HORÁRIO: DURANTE A SEMANA: DAS 18H00 ÀS 19H00
                    SÁBADOS: DAS 16H30 ÀS 18H00


APELO: DOAÇÃO DE CATECISMOS QUE JÁ NÃO USAM PARA OS MAIS NECESSITADOS. ENTREGÁ-LOS NA IGREJA MATRIZ LOGO QUE POSSÍVEL.


SECRETARIADO